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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O intelectual, o religioso e o místico

A idéia de um deus, de tao, do infinito é realmente inaceitável para a mente.
Quando pensamos nisso, parece uma grande tolice, isso tudo subestima a inteligência humana.
Porém, quando se experencia, quando se sente, parece tolice não aceitar isso, parece subestimar a inteligência pensar de um modo diferente.
Nesse momento existe uma grande integração entre a razão e a experiência, entre o sentir e o raciocinar, e desse modo encontramos uma inteligência mais verdadeira, mais pessoal, mais autêntica.
A verdadeira inteligência, passa do experenciar, do sentir, para a razão.
Essa é a diferença entre um intelectual, um religioso e um místico: O intelectual possui a razão, mas ignora o sentir, um religioso sente, mas ignora sua razão, o místico sente e entende. O místico se esforça para atingir o que é compreensivo, mas também busca o que não se pode compreender.

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